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dos fenômenos temporais, talvez os mais difíceis às nossas almas cartesianas sejam a simultaneidade e o paralelismo. não só porque somos cartesianos, mas porque parece inatingível a grandeza de comportar universos incomunicáveis a não ser por portais que quereríamos saber abrir e fechar.

 

toda tarefa consiste em aprender abrir e fechar, mas teremos essa sabedoria alegre? viveremos o suficiente para uma lição que demanda uma ou mais eternidades?

 

mas, se aprendermos em tempo, as eternidades poderão, enfim, coexistir. incomunicáveis senão por nós, que as visitaremos amplos como a potência de desejar que nos sustém.

 

donde: nunca é demais querer tudo. tudo até o talo. mas nem sempre será possível. aguente quem conseguir, enlouqueça quem fraquejar, esqueça docemente quem tiver mais sorte que os demais.

 

e quem aprender, que ensine a todos. que alegria é algo que algumas vezes exige treino e guia.

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